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terça-feira, 22 de maio de 2012

OBRIGATÓRIA IDENTIFICAÇÃO COMPLETA DAS PARTES


 

Em recente decisão, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indeferiu pedido de liminar em Procedimento Administrativo interposto pela OAB/MT, que pretendia suspender a Resolução nº 21/2011 do Tribunal Pleno do TJMT (PCA nº 0001297-52.2012.2.00.0000).
 
A referida Resolução determinou que na qualificação das partes na Petição Inicial, fizesse constar o número do CPF ou CNPJ, do RG e do CEP daquelas, sob pena de indeferimento.
 
Em apreciação do pedido de liminar no PCA, o Conselheiro do CNJ  Gilberto Valente Martins, aduziu que as exigências da regra combatida encontram-se respaldadas pelo art. 282 do Código de Processo Civil (CPC), bem como no art. 15 da Lei nº 11.419/2006, além de constarem expressamente nas Resoluções nº 46 e 121 aprovadas pelo Plenário do CNJ.
 
A OAB/MT teria alegado em seu pedido que a Resolução 21/2011/TP do TJMT feria de morte o princípio do livre acesso à justiça.
 
A meu ver, a qualificação completa das partes evita, dentre outros transtornos, que as decisões judiciais atinjam homônimos (pessoas diferentes com mesmo nome), além de possibilitar a correta localização das partes, em casos de necessidade de intimações pessoais.
 
Nessa decisão, o conselheiro ainda enfatizou a utilidade da regra para o fim da distribuição e efetividade dos feitos, além de garantir a segurança nas informações cadastrais registradas no TJMT.
 
A notícia está no site do TJMT, cujo conteúdo está a seguir transcrito:
 

Inserção do CPF ou CNPJ na petição é obrigatória

Foi publicada no DJE desta terça-feira (6 de dezembro) a Resolução nº 21 do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que dispõe sobre a obrigatoriedade de indicar na petição inicial protocolada no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso o número do CPF ou CNPJ e o endereço completo dos litigantes. O objetivo é garantir a celeridade processual e atender a Resolução nº 46 do CNJ, que dispõe sobre o cadastramento das partes nos processos.
 
Conforme a resolução do Pleno do TJMT, as petições iniciais que não atenderem as novas determinações e que não puderem ser sanadas no prazo de dez dias, contados do ato da distribuição do feito, serão indeferidas, com posterior devolução dos documentos ao advogado ou à parte, mediante recibo. Excluem-se dessa obrigatoriedade as ações que objetivem registro de nascimento e aquelas em que tal procedimento seja impossível, após análise do magistrado responsável pela distribuição, na Primeira Instância, e pelo relator, na Segunda Instância.
 
           As informações prestadas pelos advogados das partes deverão ser fielmente cadastradas nos bancos de dados dos Sistemas Judiciários em uso no Poder Judiciário, servindo como base para pesquisa, inclusive de certidões. Os casos omissos quanto à aplicação desta resolução serão decididos pelo magistrado que presidir a causa.
 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

ALAH LA Ô, MAIS QUE CALOR!!!




Há alguns anos, não mais, eu olhava para o céu e dizia quando iria chover, esfriar, fazer calor... É claro que eu tinha a minha previsão sempre dentro de uma faixa de probabilidade baseada nos sinais e características de cada estação do ano, na minha cidade.

(Foto de termômetro em Cuibá - registrando 47ºC - Blog da Noiva Cuiabana http://noivacuiabana.blogspot.com/2011/04/cuiaba.html )

Nasci e vivi em Cuiabá, Mato Grosso até 2003, cidade hoje nacionalmente conhecida como a capital mais quente do Brasil; mas nem sempre foi assim tão quente.

(Foto e descrição do site COPA NO PANTANAL http://www.copanopantanal.com.br/?p=cuiaba )

Na minha infância, quando Cuiabá tinha pouco mais que vinte mil habitantes, os casarões eram grandes, altos, com incontáveis janelões e portas que se abriam para uma área interna avarandada. Embora algumas casas não tivessem beiral, eram todas frescas, pois as paredes eram feitas de adobe e mediam de 40 a 60 cm de espessura. As telhas de barro e o madeiramento bem alto, entre o forro e o cume do telhado, abrigava altura suficiente para mais dois pisos iguais ao térreo. Porem, esse espaço era preenchido somente pelo ar morno, que ficava preso entre o forro e as telhas, isolado do ambiente das pessoas.

(Parque Mãe Bonifácia - Bairro Santa Helena e Quilombo - foto do site http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=322357)

Nas áreas externas das construções o verde era de tal maneira predominante que rendeu à cidade o apelido de CIDADE VERDE. As pessoas que aqui chegavam de avião quase não conseguiam ver as edificações, pois as árvores frondosas e abundantes chegavam a cobrir parte dos telhados. Até os meus 10 anos vivi em uma casa dessas, cuja porta principal abria diretamente na rua.

(http://www.bomestaremcasa.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Cb%C3%A1-MT.jpg)

Eram mangueiras, oitis, flamboyants, chuvas de ouro, sibipirunas e outras espécies usuais em paisagismo urbano. Em praças haviam palmeiras, coqueiros variados, arbustos florais, carramanchões de trepadeiras e bougainvilles coloridos.

(Acervo fotográfico da Prefeitura Municipal de Cuiabá)

Com o progresso, as construções e os prédios tomara o lugar dos pomares nos quintais do centro da cidade e a nossa Cuiabá passou de calorosa a sufocante. A densidade populacional, o aumento das áreas pavimentadas, dos paredões dos prédios que são como superfícies refletoras de calor, a falta de substituição das árvores velhas que pereceram pela idade e por quedas... tudo isso contribuiu para os graus a mais que tem sido registrados a cada ano.


(Acervo fotográfico da Prefeitura Municipal de Cuiabá)

Apesar de a cidade ter abundância de águas a servir os seus recantos, córregos menores viraram dutos e esgoto sanitário, e os nossos Rios Cuiabá e Coxipó já não são mais os mesmos com tantos dejetos sendo neles lançados a cada dia. Nos dias de verão em que não chove, os termômetros sobem rapidamente à marca dos 49 graus, deixando todos os cidadãos e visitantes desidratados, pela abrupta queda na umidade do ar, provocada pelos ventos mornos.

(Rio Cuiabá, Ponte Sérgio Mota e região central - uma das 3 mais densas da capital matogrossense - foto do site SKYSCRAPERCITY,COM http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=348654 )


Há 10 anos vivendo no interior do Estado, atualmente em Lucas do Rio Verde, vejo o fenômeno do aquecimento se instalar nas pequenas cidades com assustadora rapidez, pois o agronegócio trouxe consigo o progresso e seus efeitos colaterais.

Os imigrantes que aqui chegaram com sua força empreendedora e laboral, permaneceram agarrados aos seus costumes de cidades com temperaturas mais baixas, como forma de amenizar a saudade do local de origem. Não se acostumaram a plantar frutíferas em seus quintais ou jardins, tampouco nas ruas e avenidas. Implantaram suas preferências por extensos gramados e alguns pequenos arbustos, que não dão sombra. As avenidas são soberbamente ladeadas de elegantes palmeiras e coqueiros, e ao centro arbustos floridos.


O panorama geral da cidade é muito agradável, mas esse modelo adotado no paisagismo urbano promete se tornar um agravante na escalada do aumento de temperatura ambiente. As poucas árvores que restam nas ruas são podadas em forma de bolinhas, insuficientes para fazer sombra que diminua a insolação nas superfícies pavimentadas das vias públicas. Isso, sem contar o fato de grande parte da mata nativa da região já ter dado lugar aos internacionalmente famosos campos de agricultura do município que mais produz e exporta no mundo.



Hoje o dia amanheceu ensolarado e quente. À tarde caiu uma chuva pesada, para felicidade dos que já colheram a soja e plantaram o milho: não pode ficar mais de 4 dias sem chover, senão o prejuízo é certo. À tardinha, para nossa surpresa, os termômetros baixaram a 21º em pleno verão, depois dos últimos dias sustentando 30º após o por do sol.

(Lucas do Rio Verde - Av. Mato Grosso - site SONOTICIAS.COM.BR )

Realmente, como meteorologista amadora não estou conseguindo mais prever tanta coisa com base nas minhas observações passadas. Contudo, acredito que se não houver um maciço plantio de árvores que produzam sombra nos centros urbanos, nossas cidades matogrossenses se tornarão tão quentes quanto a capital Cuiabá, porém sem o famoso “calor humano”.

quinta-feira, 24 de março de 2011

EM DEFESA DA CIDADE ONDE MORO COM MINHA FAMÍLIA

AGROTÓXICOS
(Helena Prado)
 Links relacionados:
http://partisanrs.blogspot.com/2010/09/agrotoxicos-ja-contaminam-ate-o-sague.html http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=390158

Uma pesquisa realizada pela FIOCRUZ em parceria com a UFMT e divulgada em 2010 recentemente ganhou as manchetes na mídia. Trata-se de pesquisa que detectou presença de agrotóxicos na urina, sangue e até no leite materno das lactantes de Lucas do Rio Verde. Isso abriu uma discussão acirrada acerca do assunto, notadamente porque já se avizinha o ano eleitoral de 2012 e muitos assuntos esquecidos no ano eleitoral de 2010 já estão sendo levantados visando os planos de administração municipal dos futuros candidatos.


O perigo dos agrotóxicos é indiscutível. Quanto mais próxima a área plantada da zona urbana ou povoados, mais exposta está a população aos efeitos indesejáveis dos referidos produtos. No nosso município, as plantações de milho e soja esbarram nas últimas quadras do plano urbanístico.

Não se pode negar ou infirmar uma pesquisa científica com meros argumentos defensivos, sem base fundamentada. O fato de a pesquisa ter sido realizada supostamente com dados colhidos em anos anteriores, não significa que a exposição aos perigos nesta data tenham sido reduzidos ou que seus efeitos sejam menores. Isto porque a área plantada cresce a cada dia. As culturas se sucedem em períodos contínuos várias vezes por ano.

Para se garantir a produtividade da terra e a baixa incidência de pragas é indispensável a aplicação de defensivos e fertilizantes. A aplicação desses produtos, mesmo nas dosagens recomendadas pelos fabricantes, não isenta a população dos efeitos colaterais, que são mais contundentes nas pessoas que manejam tais produtos ou nos que vivem nas imediações de sua aplicação.

Além disso, há a disseminação que se dá com rapidez pela aplicação  aérea, posto que os ventos e chuva permitem o rápido transporte dos elementos em suspensão no ar. Porém essa contaminação não se efetiva só e diretamente pela atmosfera, mas também através da infiltração dos produtos no solo, cujas águas pluviais percolam e infiltram até os mananciais,  carregando os resíduos até as nossas casas. Isso sem contar com a contaminação pelo consumo direto de produtos vegetais in natura.

Muito embora a Prefeitura de Lucas do Rio Verde se empenhe em promover esclarecimentos e policie de alguma forma o uso abusivo dos defensivos agrícolas, não se pode olvidar que é impossível que se faça uma fiscalização efetiva, precisa e eficaz do manejo desses agrotóxicos na zona rural, notadamente pela falta de meios e material humano para isso.

Por outro lado, muitos agricultores, na ânsia de aumentarem sua produtividade e com isso obterem maiores lucros, compensarem as perdas anteriores e alcançarem os resultados a custos reduzidos, optam pela aplicação de produtos que já foram banidos dos mercados internacionais, adquirindo-os através de contrabando do Paraguai, aplicando-os indiscriminadamente às escondidas e burlando toda sorte de controle que o poder público possa ter.

 Assim, é bom que todos coloquem suas barbas de molho e admitam a realizade apontada na pesquisa divulgada como um alerta muito importante. Seja qual for a data da sua coleta, esses dados apontam resultados alarmantes que anunciam o sério risco ao qual estamos expostos,  mesmo porque SE repetida a referida pesquisa, não se pode precisar que não seriam confirmados esses resultados nefastos.

 

A única forma de se coibir tais abusos, como o uso indiscriminado de fertilizantes e agrotóxicos, é através da educação, da conscientização da população e dos produtores. A população, para que cobrem e se mobilizem para pedir providências das autoridades governamentais, no sentido de disponibilizarem meios eficientes para uma fiscalização enérgica e coercitiva do manejo desses agrotóxicos. Os produtores para que vejam com inteligência e com o coração os resultados nocivos que a sua atividade pode causar aos seus iguais, evitando com isso que sejam eles também vítimas, e só após promovam meios alternativos de proteger a lavoura, praticando o uso consciente e contido de produtos agrotóxicos.



Lucas do Rio Verde, cidade progressista e painel para o mundo em razão do mercado da soja, tem sido modelo para o Brasil, tanto em produção agrícola, geração de empregos, educação, saúde, urbanismo e outras áreas sociais, o que lhe confere uma das melhores qualidades de vida do Brasil. Tem atraído os olhares e investimentos de setores industriais, por ser a cidade que mais cresce no Estado, além de estar entre as 5 que mais contribuem com divisas para o Mato Grosso. 


Com a instalação de grandes indústrias de beneficiamento dos produtos do agronegócio, vieram os imigrantes. O aumento demográfico repentino, fez dobrar a população da cidade que há 10 anos contava com 20mil, hoje já somos mais de 50mil habitantes e em franco crescimento. 


Apesar de contribuir com grande parcela para o PIB Estadual, Lucas do Rio Verde não vem recebendo do Estado, nesse mesmo período, o proporcional investimento em infraestrutura, o que tem causado alguns transtornos aos seus habitantes.


Porém, como sempre, continua modelo para o Brasil ao enfrentar com seriedade e dinamismo por parte da sociedade civil organizada os problemas que afligem a população, a exemplo da Cadeia Pública que é a mesma há 20 anos, e que está recebendo investimento municipal para ampliação além de construção de uma nova, em parceria com o Estado, para abrigar os reeducandos provisórios.

Por isso, tenho confiança de que Lucas do Rio Verde vai ser exemplo mais uma vez, com a solução eficiente deste problema, retornando para breve uma resposta efetiva, sem "panos quentes", independente de iniciativa do Poder Público, com o intuito de continuar na vanguarda e manter o seu status de excelente qualidade de vida no Brasil, anunciando em breve os resultados do manejo racional e controlado de produtos defensivos e fertilizantes, visando preservar a produtividade agrícola sem comprometer a riqueza maior que é a vida de seus habitantes.









Helena Prado Monteiro é graduada em Engenharia Civil pela UFMT, em Direito pela UNIVAG e
Funcionária do TJMT, a serviço do Forum de Lucas do Rio Verde.
(Imagens colhidas da internet)
http://www.mtnoticias.net/system/archives/1001/medium/images.jpg?1294058617
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAFZV0kkowhXQkFl_v2ivUn9C_czVURPZJ7pRCTx7rzpsKF7joFA_ZlkmX2DBTfoH4VkkEKxJN0D-usvuZwOzCnRaf9hyphenhyphentHx4Byqb8gAjNoy7Hf8QZYtXnmc2GX9-zuQbMSBwdEA/s400/agrotoxico4.jpg

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

PROJETO JUSTIÇA COMUNITÁRIA



É um belo programa, que nasceu no Distrito Federal no início deste século. Foi abraçado pelo Poder Judiciário do nosso Estado de Mato Grosso por magistrados entusiastas da causa social que laboram pela popularização da aplicação de justiça. Em 2004 virou Lei Estadual. Este ano foi implantado em várias Comarcas do interior, dentre as quais Lucas do Rio Verde, onde eu resido e sirvo como Técnica na Coordenadoria do Forum.

As atividades contaram com a participação da alta cúpula do Projeto no Estado, bem como a adesão de todos os juízes locais, colaboradores tanto do Poder Executivo Municipal em suas áreas de educação, saúde e administrativa, Instituições de Ensino privadas, OAB, Ministério Público, Defensoria, cobertura da Imprensa na divulgação dos eventos e apoio da comunidade local, com a adesão de vários voluntários em capacitação.

O programa visa capacitar pessoas da comunidade, formando-os Agentes de Justiça e Cidadania, para que atuem nas comunidades nas quais estão inseridos, para levar a ela as informações e orientações a respeito dos seus direitos e deveres como cidadãos, bem como prestar assistência na solução de pequenos conflitos ou dar o melhor encaminhamento para que os interessados possam lançar mão de toda a estrutura que o Poder Público disponibiliza, e que nem sempre é corretamente utilizada por falta de conhecimento das partes.

Os Agentes atuarão como consultores e mediadores. Não substituirão a estrutura judiciária, nem disputarão com profissionais da área jurídica. Auxiliarão, prestando esclarecimentos prévios aos que buscarem orientação para a solução de seus conflitos, para que as pessoas possam gerir com segurança os seus direitos e deveres. Funcionarão como os vasos capilares no sistema circulatório. Chegarão às células, sem substituir a função das artérias, do coração e dos demais mecanismos do sistema.

Hoje foi fechado o primeiro relatório com o balanço das atividades do primeiro mês de funcionamento do Projeto em nossa Comarca, e o resultado foi muito positivo. Os Agentes, que são voluntários e nao recebem remuneração, estão entusiasmados com a ajuda que estão prestando à população simples, carente, que fica inibida de adentrar em um ambiente mais formal, como um Forum, para buscar esclarecimentos. 

A Justiça Comunitária de Lucas do Rio Verde funciona em uma sala no interior de um Posto de Saúde da Família, ambiente que qualquer pessoa se sente mais a vontade para buscar auxílio. A estrutura física foi disponibilizada pela Prefeitura Municipal, os equipamentos foram fornecidos pelo Forum, que coordena a Prestação dos Serviços e a Educação Continuada, que é ministrada aos Voluntários por profissionais da área jurídica, assistência social, psicologia e outros, a fim de dar uma formação adequada aos Agentes que atenderão a população.

Por sua vez, os Instrutores dos Agentes em formação também são voluntários, e doam parcela do seu tempo compartilhando o seu conhecimento e experiências profissionais  a fim de poder atingir, pelo seu trabalho indireto, a sociedade carente que será atendida pelos seus instruídos.

Na nossa Comarca esses trabalhos tiveram início no dia 25/10/2010, após um ciclo intenso de estudos e planejamento que durou 60 (sessenta) longos dias de trabalho árduo. De fato, foram dias de muito labor, porém com resultados gratificantes, que nos faz vislumbrar para o ano novo uma série de ganhos sociais que virão com a continuidade desse programa.

É uma honra fazer parte da equipe e poder colher os primeiros frutos. Estou certa que, como eu, todos os demais integrantes estão exultantes e com grandes expectativas pela sequência, com a implantação de novas unidades, formação de novos Agentes para atender um número cada vez maior de cidadãos.

Equipe de Coordenação Administrativa: Noara: Getora -Geral do Forum; Andréa: Analista; Helena: Técnica.
A JUSTIÇA COMUNITÁRIA DE LUCAS DO RIO VERDE TEM EMAIL. Anote: 

Local de atendimento: PSF-VII - Av. Angelo Antonio Dall'Alba, esquina com Av. Mato Grosso
                                                    Jd das Primaveras - em frente à Escola Vinícius de Moraes
                                                    Lucas do Rio Verde - MT   Fone: (65)3549-2518
Horário de atendimento: segunda, terça, quinta e sexta => das 13:00h às 17:00h
                                                    terça => das 07:00h às 11:00h
                                                    quarta, sábado e domingo => não há atendimento.
Informações:  Coordenadoria Administrativa do Forum de Lucas do Rio Verde
                                                    de segunda a sexta => das 12:00h às 19:00h  fone (65)3549-2335